E pensar que o Curso Objetivo nasceu na geração X e tirou de letra o que seria uma incógnita sobre o futuro das gerações posteriores. Resolveu o X da questão oferecendo um acertado ensino para o acesso a grandes faculdades e universidades.
E o X, como um algarismo romano, representa os dez anos em que o Curso Objetivo é o preferido pela população na pesquisa do Datafolha.
A geração X é aquela que nasceu e cresceu no tempo analógico e amadureceu no digital. Um longo período envolto de criatividade e versatilidade marcou a geração.
O Curso Objetivo não rebobinou o tempo. Da percepção do Professor João Carlos Di Genio, fundador do curso, que, em 1966, colocou o computador como um aliado do ensino, até a realização da atual plataforma, com o uso da inteligência artificial, batizada de e-GENIO, houve a intersecção de conjuntos de ideias ousadas, revolucionárias.
O Curso Objetivo sempre teve a admiração e a confiança dos alunos. E os professores continuamente têm se esmerado para o atendimento das expectativas e dos sonhos dos estudantes. No início, além de sala eletrônica, o Objetivo instalou gráfica com impressão em cores, cinema, restaurante e área de convivência. Montou estúdio de TV para gravar as primeiras videoaulas. E, preocupado com a ansiedade dos alunos diante dos vestibulares, criou um departamento psicopedagógico.
O dia a dia percorrido nas salas, corredores e plantões de dúvidas. As aulas com explanações, debates, rodas de conversas, versos canções, enfim, tudo se torna válido para a transmissão do conteúdo. Os livros lidos e analisados. O processo criativo e intelectual das redações, entrando em tema a capacidade de interpretação de textos; a boa argumentação; o olhar sobre os passos da humanidade e consequentes implicações para o meio ambiente. O convívio com os colegas. A emoção e a alegria nos abraços diante das listas de aprovados nos vestibulares e no ENEM. Tudo isso tem pautado as grandes memórias.
Um longo período envolto de criatividade, ousadia e versatilidade tornou o nome Objetivo inesquecível na vida das pessoas. Há dez anos, o reconhecimento dessa memória afetiva, no alto do pódio da pesquisa do Datafolha, muito nos honra e alegra. Para nós, não há analogia para um tempo tão feliz.
